Meghan Markle se torna a principal provedora da família e enfrenta aperto financeiro
A vida de luxo e as altas despesas da família Sussex parecem estar cobrando seu preço. Fontes próximas ao casal indicam que Meghan Markle assumiu o papel de principal provedora financeira, enquanto Prince Harry dedica seu tempo à filantropia. A situação, descrita como de ‘dinheiro apertado’, levanta questões sobre o futuro financeiro dos duques, que vivem em Montecito, Califórnia.
Enquanto Harry se dedica a projetos como os Jogos Invictus e seu trabalho com a startup de saúde mental BetterUp, que lhe rende um salário estimado em US$ 1 milhão anual, o retorno financeiro dessas atividades é limitado. Meghan, por outro lado, tem focado em expandir sua linha de produtos ‘As Ever’ após o fim da parceria com a Netflix, buscando capitalizar em seu nome e influência.
A necessidade financeira é considerável. Estima-se que o casal precise de pelo menos US$ 6 milhões por ano para cobrir suas despesas, incluindo os cerca de US$ 3 milhões destinados à segurança privada para a família, que conta com os filhos Prince Archie e Princess Lilibet. A manutenção da mansão de US$ 15 milhões em Montecito também representa um custo significativo, conforme revelado pelo Page Six.

Fontes ligadas ao casal Sussex revelaram ao Page Six que Meghan Markle está, de fato, “basicamente a provedora” da família, e que as finanças estão “apertadas”. Essa nova realidade surge após o término da parceria com a Netflix em abril deste ano, que não renovou o programa de Meghan, ‘With Love, Meghan’, para uma terceira temporada. A Duquesa teria se sentido sobrecarregada ao ter que “carregar tudo sozinha”, o que teria gerado atritos com a equipe da plataforma de streaming.
Em paralelo, Prince Harry tem se dedicado a suas iniciativas filantrópicas e a palestras, como a que realizou no InterEdge Summit em Melbourne. No entanto, seu papel como Chief Impact Officer na startup BetterUp, iniciado em 2021, tem sido questionado. Relatos indicam que suas responsabilidades na empresa são vagas, com um ex-funcionário afirmando que as tarefas diárias do príncipe envolviam “coisa nenhuma”. A BetterUp também passou por demissões e reestruturação de pagamentos, o que pode afetar a estabilidade de sua relação com Harry.

A necessidade de Meghan Markle de atuar como principal fonte de renda para a família Sussex reflete uma mudança significativa em sua trajetória profissional pós-realeza. Após o rompimento com a Netflix, a Duquesa tem buscado diversificar suas fontes de receita, apostando em sua marca pessoal e em empreendimentos que capitalizem sua influência. A iniciativa com a plataforma de moda OneOff, onde ela atua como investidora e participante, permitindo que fãs comprem peças de seu guarda-roupa, é um exemplo disso. Essa estratégia, embora lucrativa, gerou críticas por supostamente priorizar o lucro em detrimento de seu trabalho filantrópico.
O alto custo de vida em Montecito, Califórnia, onde o casal reside, somado às rigorosas exigências de segurança, totalizando cerca de US$ 3 milhões anuais, impõe uma pressão financeira considerável. A mansão de US$ 15 milhões e as despesas cotidianas de uma família com dois filhos pequenos demandam um fluxo de caixa robusto. Nesse cenário, a busca de Meghan por novas oportunidades de negócios e a possível volta à atuação, embora negada por fontes próximas ao casal, tornam-se compreensíveis.

A relação de Harry com suas iniciativas também é um ponto de atenção. Apesar de seu compromisso com os Jogos Invictus e outros projetos de impacto social, o retorno financeiro dessas atividades é limitado. Sua posição na BetterUp, que deveria ser uma fonte de renda estável, tem sido questionada quanto à sua efetividade e ao impacto real de suas contribuições. A situação financeira do casal, portanto, parece ser um complexo equilíbrio entre a busca por independência financeira, a manutenção de um estilo de vida de alto padrão e a dedicação a causas nobres, mas de baixo retorno econômico.
Diante deste cenário, Meghan Markle tem se movimentado para garantir a estabilidade financeira da família. A expansão de sua linha ‘As Ever’, o investimento em plataformas de moda e a possibilidade de retornar à atuação são movimentos estratégicos para aumentar sua renda. A Duquesa conta ainda com o apoio de um círculo de amigas influentes e bem-sucedidas, que podem oferecer oportunidades e conexões valiosas. A forma como ela equilibrará essas novas empreitadas com seus compromissos filantrópicos e familiares definirá o futuro de sua carreira e a percepção pública sobre sua atuação profissional. O que está claro é que a necessidade de gerar receita se tornou uma prioridade para os Sussex, moldando suas próximas decisões de carreira e vida pública.
